Acessibilidade digital em 2026: por que eMAG deve fazer parte do desenvolvimento de portais públicos

 


Acessibilidade digital elimina barreiras e deve ser incorporada ao design, ao conteúdo e ao código dos portais públicos.

Um portal público só é realmente digital quando pode ser utilizado pelo maior número possível de pessoas. A acessibilidade digital busca eliminar barreiras que dificultam ou impedem o uso de páginas e serviços por pessoas com deficiência, idosos, usuários de dispositivos móveis e pessoas com diferentes níveis de familiaridade com tecnologia.

No Brasil, o Modelo de Acessibilidade em Governo Eletrônico (eMAG) reúne recomendações para orientar a construção e adequação de sites governamentais. Em 2026, o tema permanece diretamente ligado à estratégia de governo digital e à melhoria da experiência do usuário.

Na prática, acessibilidade aparece em detalhes que muitas vezes passam despercebidos: contraste adequado, navegação por teclado, descrição alternativa de imagens, estrutura correta de títulos, formulários com rótulos claros, foco visível e links compreensíveis.

Também existe uma relação direta entre acessibilidade e qualidade técnica. Um HTML bem estruturado tende a funcionar melhor em leitores de tela, mecanismos de busca e dispositivos diferentes. Sites acessíveis também costumam apresentar navegação mais clara e conteúdo mais organizado.

Por isso, acessibilidade não deve ser adicionada apenas no final do projeto. Ela deve ser considerada desde o layout, passando pela programação, até a produção do conteúdo.

Fontes consultadas:

Acessibilidade Digital - Governo Digital: https://www.gov.br/governodigital/pt-br/acessibilidade-e-usuario/acessibilidade-digital

Ferramentas de Acessibilidade: https://www.gov.br/governodigital/pt-br/acessibilidade-e-usuario/acessibilidade-digital/ferramentas

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