Arquitetura da informação, busca eficiente, linguagem clara e responsividade têm mais impacto no cidadão do que excesso de recursos visuais.
Um portal institucional pode ter animações,
gráficos e muitos recursos técnicos, mas ainda assim ser difícil de usar. Para
o cidadão, a qualidade é percebida principalmente pela facilidade de encontrar
uma informação ou concluir uma tarefa.
Por isso, experiência do usuário deve
começar pela arquitetura da informação. Menus precisam representar a forma como
o público procura os serviços, e não apenas a estrutura interna da prefeitura.
Termos excessivamente técnicos podem ser substituídos por linguagem mais
direta, sem perder precisão.
A busca também merece atenção. Em portais
com grande volume de conteúdo, oferecer uma pesquisa eficiente reduz a
dependência de menus extensos. Filtros por período, assunto, secretaria ou tipo
de documento são especialmente úteis em áreas como transparência, legislação e
licitações.
Outro aspecto essencial é o acesso pelo
celular. Um portal responsivo deve adaptar tabelas, menus, formulários, PDFs e
botões para telas menores sem exigir zoom constante ou rolagem horizontal
desnecessária.
A Estratégia Nacional de Governo Digital
coloca a qualidade dos serviços públicos e a experiência do usuário entre seus
objetivos. Tecnologia pública deve facilitar a vida das pessoas e esconder a
complexidade técnica por trás de uma navegação clara, rápida e previsível.
Fontes consultadas
Estratégia Nacional de Governo Digital:
https://www.gov.br/governodigital/pt-br/estrategias-e-governanca-digital/estrategianacional
Acessibilidade e Usuário - Governo Digital: https://www.gov.br/governodigital/pt-br/acessibilidade-e-usuario

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